Arquivo mensal julho 2014

Programa Inglês Sem Fronteiras recebe inscrições até 8 de agosto

Começou nesta quinta-feira, 31, o período de inscrições para o programa Inglês Sem Fronteiras (IsF), mais uma iniciativa do Governo Federal em benefício da Educação brasileira. Essa nova etapa vai ofertar aproximadamente 9 mil vagas em cursos presenciais gratuitos de inglês para estudantes da educação superior matriculados em universidades federais. As inscrições vão até às 12h do dia 8 de agosto e as aulas terão início no dia 18 do mesmo mês.

A carga horária presencial estabelece quatro aulas de uma hora, distribuídas em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada. Os cursos terão a duração mínima de 30 dias e máxima de 120.

Para concorrer às vagas, o candidato deve ser estudante de graduação, mestrado ou doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas (NucLi); ser estudante participante e ativo no curso My English, on-line, níveis 2, 3, 4 ou 5, cuja inscrição tenha sido validada com até 48 horas de antecedência à inscrição no núcleo de línguas; ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

A prioridade de classificação no IsF é de graduandos dos cursos integrantes das áreas do programa Ciência sem Fronteiras; estudantes que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação; estudantes que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso, com maior índice de rendimento acadêmico; bolsistas ou ex-bolsistas do programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação.

Lançado pelo Ministério da Educação em dezembro de 2012, o programa Inglês sem Fronteiras foi elaborado para aprimorar a proficiência em língua inglesa dos estudantes universitários brasileiros e abrir oportunidades de acesso a instituições de ensino no exterior, especialmente por meio do programa Ciências Sem Fronteiras.

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Número de mulheres que disputam as eleições cresce 48,5% no Brasil

Nas eleições deste ano, o número de mulheres que disputará cargos políticos cresceu 48,5% na comparação com o pleito de 2010. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos 25. 414 candidatos em todo o Brasil, 7.738 são mulheres, o que representa 31,7%. A maioria delas (7.260) concorre às vagas para deputada federal e estadual. 
 
Desde 1997, a Lei de Eleições prevê reserva de vagas para a participação feminina na disputa para deputados e vereadores. A partir de 2009, a Lei n° 12.034 obrigou os partidos a reservarem cota mínima de 30% para o público feminino.
 
Em Goiás, dos 1.025 candidatos, 302 são mulheres. Como no âmbito nacional, a maioria da participação feminina goiana se concentra nas candidaturas para vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. São 51 candidatas à deputada federal e 246 para estadual. As goianas também concorrem a vagas para o Governo, o Senado e suplentes de Senado.
 
No Estado, o Partido dos Trabalhadores possui, em sua chapa majoritária, a candidata ao Senado, Marina Sant’Anna, a única mulher entre os setes concorrentes ao cargo. Já na disputa para a Assembleia Legislativa, há 15 candidatas petistas; outras três concorrem à deputada federal.
 
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Estrela vermelha

Nota publicada na Coluna Nos bastidores da política, Jornal O Repórter – 29/07 a 03/08/2014.

Puxadores de votos

Nota publicada na Coluna Agenda, Folha de Notícias – 29/07/2014.

Marina Sant’Anna visita comitê de Rubens Otoni

Rubens Otoni 1313, candidato a Deputado Federal, recebeu Marina Sant’Anna 131, que concorre à vaga de Goiás para o Senado Federal, em seu escritório de Goiânia, nesta segunda-feira, 28. Dezenas de apoiadores de Otoni participaram da reunião, que já é tradição às segundas, e reafirmaram o compromisso em eleger a Senadora. 
 
“Todo o esforço tem que ganhar a força necessária nesse momento para alcançarmos a vitória. O resultado a que chegarmos é do esforço comum”, disse a candidata. Otoni destacou a importância de contribuir para que Marina seja eleita senadora, “porque a vitória dela é a nossa vitória e a do PT”. 
 
A candidata a Deputada Estadual Letícia Silva 13001, que promete defender os direitos da juventude, negros, mulheres e trabalhadores, também participou da reunião. A militância jovem informou que está organizando caravanas pelo Estado para disseminar seus ideais e apoiar o nome de Rubens Otoni à Câmara dos Deputados. 
 
Neste mês de julho, Otoni já percorreu 22 municípios em caminhadas próprias ou acompanhando o candidato a Governador Antônio Gomide 13. Em agosto e setembro, ele pretende intensificar as atividades em Goiânia, com distribuição diária do material de campanha aos eleitores. 
 
Todas as segundas-feiras, a partir das 18h30, há uma reunião para receber eleitores e apoiadores e informar e trocar informações sobre a campanha de Rubens Otoni. Os encontros são realizados em seu comitê eleitoral de Goiânia, que fica na Alameda dos Buritis, 322, Centro, em frente à Assembleia Legislativa. Sua presença é muito bem-vinda!
 
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Gomide faz caminhada em dez cidades

Matéria publicada em Cidades, Diário do Norte – 28/07 a 03/08/2014.

Três grupos vão brigar pelos votos

Matéria publicada em Cidades, Diário do Norte – 28/07 a 03/08/2014.

Gestões do PT aumentaram volume de financiamentos para a agricultura familiar

As políticas de apoio à produção e à expansão de crédito possibilitaram ao Brasil aumentar, nos últimos 12 anos, sua capacidade de produção agrícola. Durante esse período, a colheita de grãos no País saltou de 96 milhões de toneladas em uma área de 40 milhões de hectares, na safra 2001/2002, para 191 milhões de toneladas em 56 milhões de hectares, em 2013/2014.
 
O próximo ciclo agrícola, que se inicia em outubro, deve receber R$ 156 bilhões em recursos para financiamento. Desse montante, R$ 24 bilhões serão destinados aos produtores familiares. O investimento é recorde.
 
Para Rubens Otoni, incentivador dos projetos, programas e ações do Governo Federal para a Agricultura Familiar em Goiás, iniciativas como essa dão condições para que o homem do campo produza com dignidade. Ele lembra que, a cada ano, “aumentam os investimentos no setor e são os pequenos produtores que garantem o sustento de milhares de famílias”.
 
Reforma Agrária
 
Como resultado da política de fortalecimento da Agricultura Familiar, com crédito, seguro-safra e políticas de comercialização, a renda no campo aumentou 52%, em termos reais, nos últimos quatro anos. Conforme dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 771 mil famílias receberam o título de propriedade de terras nos últimos 11 anos, 53,5% do total de beneficiados em toda a história da reforma agrária no Brasil.
 
O cenário, que antes era de concentração de terras, dívidas e empobrecimento, começou a mudar em 2003, com o primeiro Plano Safra para a Agricultura Familiar, um conjunto de políticas de crédito, assistência técnica, comercialização, seguro e garantia de preço.
 
Na gestão do PT, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) passou a cumprir, de fato, a missão inscrita em seu nome: o fortalecimento da Agricultura Familiar. O Pronaf já existia, mas os governos do PT e partidos aliados multiplicaram por oito o volume de crédito, passando de R$ 2,2 bilhões em 2002/2003 para R$ 18,6 bilhões em 2012/2013. Nesta safra, o governo federal destinou R$ 21 bilhões para uso dos agricultores familiares.
 
Hoje, o programa está presente em 5,3 mil municípios. Ampliado, o Pronaf também atende mulheres, jovens, pescadores artesanais e extrativistas. Além disso, oferece financiamento para atividades agroflorestais, agroindustriais, cooperativistas e cobra juros abaixo da inflação.
 
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Rápidas

Nota publicada na Coluna Linha Direta, Tribuna do Planalto – 27/07 a 02/08/2014.

ONU cita bolsa família como exemplo para o IDH

O Relatório para o Desenvolvimento Humano, da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta semana, apresenta os programas Bolsa Família, do Brasil, e Oportunidades, do México, como exemplos de políticas públicas impulsionadoras dos avanços do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
 
Para a ONU, desde 2008, as iniciativas suavizaram os efeitos negativos da crise internacional sobre o poder de compra dos mais pobres e trouxeram melhorias de longo prazo uma vez que as famílias, para receberem o benefício, precisam manter os filhos na escola. De acordo com o estudo, o Bolsa Família contribuiu com 20% a 25% da redução da desigualdade no País em 2008 e 2009, ao custo de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
 
Com IDH de 0,744, o Brasil melhorou uma posição em relação a 2012 no ranking de países, aparecendo agora em 79º lugar entre os 187 países e territórios reconhecidos pela ONU. Os valores e rankings do IDH são calculados com base em dados internacionalmente comparáveis para saúde, educação e renda.
 
Outro ponto destacado é o aumento do salário mínimo que, segundo o relatório, foi uma resposta à crise no Brasil e contribuiu para elevar a remuneração pelo trabalho e a distribuição de renda.
 
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