Arquivo mensal junho 2016

Telecentros Comunitários abrem inscrições para cursos de Informática Básica

A Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Ciência,Tecnologia e Inovação, está com inscrições abertas para cursos de Informática Básica nos Telecentros Comunitários. São mais de 120 vagas oferecidas para crianças, jovens, adultos e idosos.

O prazo para matrícula vai até o dia 06 de junho. As aulas acontecem no período de 06 de junho a 24 de junho. Os interessados devem entrar em contato, via telefone ou no próprio local, em qualquer unidade abaixo relacionada. Curso gratuito e vagas limitadas!

 

Telecentro da Biblioteca – (62)3902-2551 – Centro

Período: matutino

Dia: segunda à sexta-feira

Horário: 8:30 às 10:30

Público: comunidade

Total de vagas: 14

 

Período: vespertino

Dias: segunda à sexta-feira

Horário: 14:30 às 16:30

Público: comunidade

Total de vagas: 14

 

Telecentro Casa Brasil – (62) 3902-2887/3902-2255 – Recanto do Sol/Vila Norte

Período: matutino

Dias: quarta, quinta e sexta-feira

Horário: 8 às 11 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 18

 

Telecentro Joanápolis – (62) 3902-2255 – Distrito de Joanápolis

Período: vespertino

Dias Semana: segunda à sexta-feira

Horário: 13:30 às 15:30

Público: comunidade

Total de Vagas: 07

 

Telecentro CEU Jardim Alvorada – (62) 3902-1087 – Jardim Alvorada

Período: vespertino

Dias: segunda, quinta e sexta-feira

Horário: 14 às 16 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 08

 

Telecentro Qualificar – (62) 3902-1211 – Centro

Período: matutino

Dias: segunda à sexta-feira

Horário: 9 às 11 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 10

 

Período: vespertino

Dias: segunda à sexta-feira

Horário: 14 às 16 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 10

 

Telecentro São Lourenço – (62) 3902-1165 – São Lourenço

Período: matutino

Dias semana: segunda à sexta-feira

Horário: 9 às 11 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 10

 

Período: vespertino

Dias: segunda à sexta-feira

Horário: 14 às 16 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 10

 

Telecentro Sousânia – (62) 3902-1297/3902-1343 – Distrito de Sousânia

Período: matutino

Dias: segunda à sexta-feira

Horário: 8:30 às 10:30

Público: comunidade

Total de vagas: 09

 

Período: vespertino

Dias: segunda a Sexta-feira

Horário: 14 às 16 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 09

 

Telecentro Peti Bairro de Lourdes – (62) 3902-2563 – Bairro de Lourdes

Período: vespertino

Dias: terça e sexta-feira

Horário: 14 às 16 horas

Público: comunidade

Total de vagas: 09

 

Comunicação Deputado Federal Rubens Otoni 

Democracia roubada. Um país enganado e humilhado

Editorial da Revista Rede Brasil Atual denuncia o golpe que está acontecendo no Brasil. Veja na íntegra:

Para o semanário alemão Die Zeit, o afastamento de Dilma Rousseff foi “declaração de falência do Brasil”. No mesmo país, o site do jornal Der Spiegel, sob a manchete “Um país perde”, observou que o drama em torno da presidenta “é um vexame”, e que os políticos brasileiros apresentaram um “espetáculo indigno a prejudicar de forma duradoura as instituições e a imagem do país”.

No The Guardian, os ingleses leram, sobre Dilma: “Traída por seu companheiro de chapa, condenada por um Congresso contaminado por corrupção e insultada pelo abuso que sofreu como prisioneira da ditadura militar, sofreu um grande golpe”.

O afastamento de um governo por meio de impeachment sem crime é apenas uma face do golpe que humilhou o Brasil. A outra será o pesadelo representado pelo “novo” governo. A temporada de terror com objetivo de inviabilizar o projeto eleito em 2014 começou ainda na eleição, acirrou-se durante os 131 dias de segundo mandato e culminou com a imposição de um governo ilegítimo.

Montada pelos partidos conservadores – sem voto para eleger presidente, mas com farto patrocínio para dominar o Legislativo – com a cumplicidade de setores do Judiciário, a aventura golpista impõe um programa derrotado. Com a tradicional parcialidade da imprensa comercial, o tema da corrupção em breve será esquecido tão logo se esgote a caça aos petistas.

Antes de o golpe se consumar, pesquisas de opinião já apontavam grande rejeição a um comando de Temer. Não é para menos. Em outra investida da imprensa estrangeira, a britânica BBC levantou sua ficha.

Foi citado por delatores da Lava Jato, que apontaram relações do ex-vice com pessoas e empresas que participaram do esquema de corrupção na Petrobras, como as empreiteiras OAS e Camargo­ Corrêa. Nesta, aliás, segundo a BBC, a Polícia Federal encontrou em outra operação, Castelo de Areia, documentos que citam 21 vezes o nome de Temer ao lado de quantias que somam US$ 345 mil. Nem esta operação valeu para o Superior Tribunal de Justiça, nem a Procuradoria-Geral da República pediu investigação ao Supremo Tribunal Federal.

O Tribunal Superior Eleitoral também não admitiu incluí-lo nas quatro ações que o PSDB moveu para tentar cassar Dilma. Tampouco o ex-presidente da Câmara aceitou a cumplicidade do ex-vice nas “pedaladas” que assinou quando substituiu a titular. E nem mesmo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo que o julgou ficha-suja por irregularidades que praticou em campanhas eleitorais de correligionários atrapalhou sua posse.

A aliança formada para dar sustentação ao golpe também não é lá modelo de confiabilidade. Quase todos os partidos que infernizaram os governos Lula e Dilma por dentro, como integrantes da “base aliada”, indicaram nomes ao “novo” ministério e permanecem governistas. Com o agravante reforço da dupla PSDB-DEM, responsável pela cartilha neoliberal nos anos 1990.

Assim, o que esperar de nomes como Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça – e portanto no comando da Polícia Federal? Aos inimigos, perseguição; aos amigos, como Geraldo Alckmin, Aécio Neves, Beto Richa – que têm em comum a plumagem tucana e gestões envoltas em denúncias não investigadas de roubalheira –, blindagem.

Na dúvida, falam por si sua atuação como secretário da Segurança Pública de Alckmin em São Paulo, estado onde o genocídio de jovens negros e pobres espanta o mundo e a repressão a movimentos sociais e da juventude lembra os piores momentos da ditadura. Ou como advogado de clientes que vão de membros do PCC a Eduardo Cunha.

Além do fato de que 350 deputados, 60 senadores e seis integrantes da equipe ministerial de Temer têm o nome envolvido em alguma investigação, as figuras de ­José Serra no Ministério das Relações Exteriores, Henrique Meirelles na Fazenda e Romero Jucá no Planejamento não trazem bons presságios.

O primeiro é um dos mentores das privatizações durante os governos de Fernando Henrique Cardoso, e está presente em denúncias de negócios impuros jamais investigadas, reunidas a fundo no livro-reportagem A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Júnior. Defensor da entrega do pré-sal a companhias estrangeiras, sua história o levou a perder duas eleições presidenciais, em 2002 e em 2010. Sua indicação significa distanciamento dos Brics, da América Latina e da África. E a volta à subordinação aos Estados Unidos.

Meirelles comandou o Banco Central durante quase toda a era Lula. É adorado no mercado financeiro, recusou cargo no segundo governo Dilma (agora se sabe por quê) e deve começar a colher nos próximos meses os frutos do ajuste fiscal que minou a popularidade da presidenta afastada. Os primeiros deles, a queda da inflação e da taxa de juros. O banqueiro é quer reforma previdenciária que eleve o limite de idade, reforma trabalhista e não aprecia a política de valorização do salário mínimo.

Jucá é referência da bancada ruralista. Foi líder do governo que traiu no Senado, tentou o quanto pôde alterar a conceituação de trabalho escravo e transferir do Executivo para o Legislativo a prerrogativa sobre demarcação de terras indígenas. Foi cúmplice das “pedaladas” que derrubaram Dilma e terá como colega na Esplanada o sojicultor e bilionário Blairo Maggi, ávido “ativista” pelo fim do licenciamento ambiental.

Estão, enfim, recompostas as forças políticas que durante a era FHC fizeram do desemprego, do arrocho salarial e dos ataques aos direitos dos trabalhadores as âncoras da estabilidade econômica sem distribuição de renda e da política fiscal sem desenvolvimento. De volta ao poder, sem voto, e prontas para voltar à carga. O cenário exigirá dos movimentos sindical e sociais, e partidos ligados a causas populares, ampla unidade para organizar a resistência aos retrocessos.

Estão aí os renovados movimentos da juventude por educação e cidadania a servir de exemplo. Sem perder de vista a mobilização da sociedade de ocupar todas as frentes de ação – no Parlamento, na Justiça e nas ruas – para que a ordem democrática se restabeleça nesses 180 dias derradeiros para que a presidenta eleita retome seu devido lugar.

Comunicação Deputado Federal Rubens Otoni 

Nova CPI da UNE é ataque à luta contra o golpe

Parlamentares do PT e de outros partidos consideram que a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar a União Nacional dos Estudantes (UNE), na Câmara, é uma retaliação à atuação da entidade para denunciar e barrar o golpe contra a democracia atualmente em curso no Brasil.

Assim como o discurso dos golpistas em 1964, que chamou de “revolução” o golpe militar, o ataque a UNE é outro fato que repete o mesmo cenário que jogou o Brasil numa ditadura por 21 anos. A resistência, entretanto, já está mobilizada nas ruas e nas redes para reverter o golpe dado por Michel Temer, Eduardo Cunha e os demais conspiradores.

Inicialmente prevista para ser instalado na quarta-feira (1º), a CPI, proposta pelo fundamentalista Marco Feliciano (PSC-SP) e repleta de pastores e ultrarreacionários, deverá iniciar os seus trabalhos na próxima quarta-feira (8).

Para o Deputado Federal Rubens Otoni, as máscaras dos golpistas estão caindo e assim expondo os verdadeiros objetivos de toda a movimentação da elite política e econômica do País.

“A ânsia de chegar ao poder sem ter que passar pelas urnas e a determinação em não pagar a conta da crise econômica já estão explicitadas nas primeiras medidas de um governo interino e ilegítimo. Passa-se agora à criminalização dos movimentos sociais e perseguição às suas lideranças. A tentativa de instalação de CPIs como a da investigação da UNE é a prova de tudo aquilo que temos alertado e denunciado. Mais que nunca temos que fazer a nossa parte”, alertou Otoni.

Mesmo com o adiamento da instalação da CPI, um tuitaço denunciando a ofensiva contra a UNE teve grande êxito. A hashtag #QueremCalarAUNE passou boa parte da tarde entre os tópicos mais comentados do Twitter tanto no Brasil quanto em âmbito mundial.

“Contra a criminalização dos movimentos sociais, contra a opressão que quer calar nossos estudantes. Querem calar os estudantes, as mulheres, os índios e todos e todas que lutam por um Brasil mais igualitário. Golpismo!”, registrou Erika Kokay em seu Twitter.

Comunicação Deputado Federal Rubens Otoni 

Rubens Otoni visita região Oeste Goiano

O Mandato Popular do Deputado Federal Rubens Otoni promove entre quinta-feira (2) e domingo (5) a terceira edição da Caravana em Defesa da Democracia e Contra o Golpe, desta vez na Região Oeste Goiano.

O objetivo é mobilizar a sociedade e mostrar os efeitos do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Para Rubens Otoni, as máscaras dos golpistas estão caindo e assim expondo os verdadeiros objetivos de toda a movimentação da elite política e econômica do País.

“A ânsia de chegar ao poder sem ter que passar pelas urnas e a determinação em não pagar a conta da crise econômica já estão explicitadas nas primeiras medidas de um governo interino e ilegítimo. Passa-se agora à criminalização dos movimentos sociais e perseguição às suas lideranças. A tentativa de instalação de CPIs como a da investigação da UNE e agora a prisão do companheiro Valdir do MST é a prova de tudo aquilo que temos alertado e denunciado a mais de um ano. Mais que nunca temos que fazer a nossa parte”, alerta Otoni. 

Rubens Otoni irá visitar 12 municípios e percorrerá mais 1.500 quilômetros em quatro dias. Ele irá conceder entrevistas em rádios, jornais e TVs, visitará Sindicatos e Cooperativas. Otoni também participará de Plenárias e Encontros Municipais do Partido dos Trabalhadores. A Caravana em Defesa da Democracia e Contra o Golpe contará ainda com a Sala de Cinema Itinerante Itamar Paes.

Entre as cidades que o deputado irá visitar estão Iporá, Diorama, Palestina, Caiapônia, São João da Paraúna, Piranhas, Bom Jardim, Aragarças e São Luís dos Montes Belos. "Mas ainda estamos agendado outros municípios desta região que estão nós procurando. Nosso objetivo é conversar com diferentes segmentos da sociedade para conscientizar as pessoas sobre o golpe e lutar pela Democracia”, afirma Otoni.  

Além do diálogo, Rubens Otoni irá também sugerir em cada município a criação dos Comitês em Defesa da Democracia e Contra o Golpe. “Vamos transformar cada Diretório, cada Sindicato, cada Associação, o nosso local de trabalho, a nossa casa, em um Comitê. Onde duas ou três pessoas estiverem reunidas em defesa da Democracia, aí existirá um Comitê”, destaca.

Comunicação Deputado Federal Rubens Otoni