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Economia Solidária responde por 8% do PIB nacional

Os 22 mil empreendimentos da economia solidária em todo o País são responsáveis por 8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Trata-se de uma nova forma de organização econômica a partir do trabalho coletivo, um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar. 
 
Compreende-se por economia solidária uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca e empresas autogestionárias, ou seja, dirigidas por uma comissão composta pelos próprios trabalhadores. 
 
Esses variados tipos de empreendimento realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça.
 
Com a criação da Secretária Nacional de Economia Solidária, em 2003, durante o governo Lula, o cooperativismo ganhou força no Brasil. E a partir de outras estratégias, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa Nacional de Aquisição de Alimentos para Educação (PNAE), a economia solidária se desenvolveu e se fortaleceu no País.
 
Durante seu mandato de Deputado Federal, Rubens Otoni participou de reuniões, debates e encontros para a elaboração de um plano estadual para o setor. Ele também é integrante da Frente Parlamentar Mista de Economia Solidária em Goiás. Uma das suas linhas de trabalho é a economia solidária que, para ele, é uma alternativa na geração de trabalho e renda, além de ser uma resposta em favor da inclusão social. 
 
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