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Eleitores com diploma universitário já superam os analfabetos

As eleições de 2014 têm uma estatística que é o retrato de importantes ações que o Governo Federal fez na Educação brasileira nos últimos 12 anos. Pela primeira vez, os eleitores com Ensino Superior (8 milhões) superam os analfabetos (7,4 milhões) que vão às urnas. 
 
Em comparação com 2010, os números são mais animadores. Naquela eleição, 7,8 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever exerceram a cidadania do voto, enquanto a quantidade de graduados foi 6,2 milhões. Isso significa um acréscimo de 1,8 milhões de pessoas com diploma universitário do último pleito para este.  
 
Nos três últimos mandatos petistas, de Lula e Dilma, 18 universidades federais e 173 campi foram construídos. Assim, a rede universitária sob responsabilidade da União ampliou sua presença de 114 para 237 municípios. 
 
Paralelamente, em 2004, o Governo Federal implantou o Programa Universidade para Todos (ProUni), projeto de autoria do Deputado Federal Rubens Otoni. No ano passado, um levantamento do Ministério da Educação mostrou que 31% das matrículas nas instituições privadas de Ensino Superior foi de bolsistas do ProUni, o que representa a inclusão de 1,6 milhões de estudantes. 
 
Em 2002, havia 3,5 milhões de alunos em universidades. Hoje, esse número mais que dobrou para 7,04 milhões. Prova de que nos governos do PT, Educação de qualidade é prioridade. 
 
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Cidades goianas com gestão do PT estão entre as melhores para investir

Quatro municípios goianos estão entre os 100 brasileiros com mercado mais promissor para investimentos. Três deles são administrados por prefeitos do PT. O levantamento, realizado pela Urban Systems para a Revista Exame, analisou as 300 maiores cidades do País e identificou as 100 melhores para negócios.
 
Apontadas como polos de serviços, as cidades de Goiânia (20º), Anápolis (53º) e Valparaíso de Goiás (81º), sob gestão de prefeitos petistas, também se destacaram nos indicadores de Infraestrutura, Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Econômico. Rio Verde ocupou a 33ª colocação no ranking. O estudo também avaliou a combinação de boa infraestrutura e mão de obra qualificada.
 
Para Rubens Otoni, esse é mais um reconhecimento do trabalho do PT em Goiás. “Com administrações planejadas, os gestores estão mostrando que é possível promover o desenvolvimento socioeconômico e ainda tornar as cidades mais atrativas para investimentos.”
 
Goiânia
Em um ano de mandato, o prefeito Paulo Garcia cumpriu 25% do plano de governo apresentado por ele à população. “Temos comprometimento com a sociedade que nos reelegeu em primeiro turno no ano de 2012, após dois anos à frente desta administração, com mais de 50% dos votos válidos da cidade”, destacou Garcia.
 
Anápolis
O município de Anápolis é administrado pelo prefeito João Gomes, que tomou posse no dia 4 de abril, após a renúncia de Antônio Roberto Gomide para disputar o Governo de Goiás. Gomide, que estava em seu segundo mandato e foi reeleito com 89% dos votos nas eleições de 2012, deixou a Prefeitura após uma série de avanços em sua gestão.
 
Ele foi responsável por colocar a folha de pagamento do funcionalismo público em dia, pelo asfaltamento de mais de 100 bairros anapolinos, pela revitalização de importantes avenidas do município e pela realização de programas voltados a microempreendedores, como o Anápolis aCredita.
 
Valparaíso de Goiás
À frente de Valparaíso, a prefeita Lucimar Nascimento, recebeu da União Brasileira de Divulgação (UBD) um prêmio entre os 100 melhores gestores municipais do País. Foram avaliadas a boa gestão, a transparência na aplicação do dinheiro público e as boas práticas administrativas nas áreas de saúde, educação, merenda escolar e infraestrutura.
 
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Antônio Gomide comenta decisão do TRE

Prevaleceram o bom senso e a lei. Na tarde desta quinta–feira, 31, o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) deferiu por unanimidade minha candidatura ao cargo de Governador de Goiás diante do pedido de impugnação impetrado pelo Ministério Público Eleitoral. A corte, de forma justa, fez prevalecer a verdade.
 
As contas da minha gestão, referentes ao ano de 2010 à frente da Prefeitura de Anápolis, haviam sido aprovadas pela Câmara Municipal da cidade, como determina a lei. Se o bom senso tivesse prevalecido antes, toda essa discussão acerca da viabilidade jurídica da candidatura poderia ter sido evitada.
 
Seguros de que a justiça prevaleceria, nossa campanha continua cada vez mais entusiasmada, construindo com os eleitores nas ruas a mudança que Goiás quer.
 
Antônio Roberto Gomide

Programa Inglês Sem Fronteiras recebe inscrições até 8 de agosto

Começou nesta quinta-feira, 31, o período de inscrições para o programa Inglês Sem Fronteiras (IsF), mais uma iniciativa do Governo Federal em benefício da Educação brasileira. Essa nova etapa vai ofertar aproximadamente 9 mil vagas em cursos presenciais gratuitos de inglês para estudantes da educação superior matriculados em universidades federais. As inscrições vão até às 12h do dia 8 de agosto e as aulas terão início no dia 18 do mesmo mês.

A carga horária presencial estabelece quatro aulas de uma hora, distribuídas em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada. Os cursos terão a duração mínima de 30 dias e máxima de 120.

Para concorrer às vagas, o candidato deve ser estudante de graduação, mestrado ou doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas (NucLi); ser estudante participante e ativo no curso My English, on-line, níveis 2, 3, 4 ou 5, cuja inscrição tenha sido validada com até 48 horas de antecedência à inscrição no núcleo de línguas; ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

A prioridade de classificação no IsF é de graduandos dos cursos integrantes das áreas do programa Ciência sem Fronteiras; estudantes que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação; estudantes que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso, com maior índice de rendimento acadêmico; bolsistas ou ex-bolsistas do programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação.

Lançado pelo Ministério da Educação em dezembro de 2012, o programa Inglês sem Fronteiras foi elaborado para aprimorar a proficiência em língua inglesa dos estudantes universitários brasileiros e abrir oportunidades de acesso a instituições de ensino no exterior, especialmente por meio do programa Ciências Sem Fronteiras.

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Número de mulheres que disputam as eleições cresce 48,5% no Brasil

Nas eleições deste ano, o número de mulheres que disputará cargos políticos cresceu 48,5% na comparação com o pleito de 2010. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos 25. 414 candidatos em todo o Brasil, 7.738 são mulheres, o que representa 31,7%. A maioria delas (7.260) concorre às vagas para deputada federal e estadual. 
 
Desde 1997, a Lei de Eleições prevê reserva de vagas para a participação feminina na disputa para deputados e vereadores. A partir de 2009, a Lei n° 12.034 obrigou os partidos a reservarem cota mínima de 30% para o público feminino.
 
Em Goiás, dos 1.025 candidatos, 302 são mulheres. Como no âmbito nacional, a maioria da participação feminina goiana se concentra nas candidaturas para vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. São 51 candidatas à deputada federal e 246 para estadual. As goianas também concorrem a vagas para o Governo, o Senado e suplentes de Senado.
 
No Estado, o Partido dos Trabalhadores possui, em sua chapa majoritária, a candidata ao Senado, Marina Sant’Anna, a única mulher entre os setes concorrentes ao cargo. Já na disputa para a Assembleia Legislativa, há 15 candidatas petistas; outras três concorrem à deputada federal.
 
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Marina Sant’Anna visita comitê de Rubens Otoni

Rubens Otoni 1313, candidato a Deputado Federal, recebeu Marina Sant’Anna 131, que concorre à vaga de Goiás para o Senado Federal, em seu escritório de Goiânia, nesta segunda-feira, 28. Dezenas de apoiadores de Otoni participaram da reunião, que já é tradição às segundas, e reafirmaram o compromisso em eleger a Senadora. 
 
“Todo o esforço tem que ganhar a força necessária nesse momento para alcançarmos a vitória. O resultado a que chegarmos é do esforço comum”, disse a candidata. Otoni destacou a importância de contribuir para que Marina seja eleita senadora, “porque a vitória dela é a nossa vitória e a do PT”. 
 
A candidata a Deputada Estadual Letícia Silva 13001, que promete defender os direitos da juventude, negros, mulheres e trabalhadores, também participou da reunião. A militância jovem informou que está organizando caravanas pelo Estado para disseminar seus ideais e apoiar o nome de Rubens Otoni à Câmara dos Deputados. 
 
Neste mês de julho, Otoni já percorreu 22 municípios em caminhadas próprias ou acompanhando o candidato a Governador Antônio Gomide 13. Em agosto e setembro, ele pretende intensificar as atividades em Goiânia, com distribuição diária do material de campanha aos eleitores. 
 
Todas as segundas-feiras, a partir das 18h30, há uma reunião para receber eleitores e apoiadores e informar e trocar informações sobre a campanha de Rubens Otoni. Os encontros são realizados em seu comitê eleitoral de Goiânia, que fica na Alameda dos Buritis, 322, Centro, em frente à Assembleia Legislativa. Sua presença é muito bem-vinda!
 
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Gestões do PT aumentaram volume de financiamentos para a agricultura familiar

As políticas de apoio à produção e à expansão de crédito possibilitaram ao Brasil aumentar, nos últimos 12 anos, sua capacidade de produção agrícola. Durante esse período, a colheita de grãos no País saltou de 96 milhões de toneladas em uma área de 40 milhões de hectares, na safra 2001/2002, para 191 milhões de toneladas em 56 milhões de hectares, em 2013/2014.
 
O próximo ciclo agrícola, que se inicia em outubro, deve receber R$ 156 bilhões em recursos para financiamento. Desse montante, R$ 24 bilhões serão destinados aos produtores familiares. O investimento é recorde.
 
Para Rubens Otoni, incentivador dos projetos, programas e ações do Governo Federal para a Agricultura Familiar em Goiás, iniciativas como essa dão condições para que o homem do campo produza com dignidade. Ele lembra que, a cada ano, “aumentam os investimentos no setor e são os pequenos produtores que garantem o sustento de milhares de famílias”.
 
Reforma Agrária
 
Como resultado da política de fortalecimento da Agricultura Familiar, com crédito, seguro-safra e políticas de comercialização, a renda no campo aumentou 52%, em termos reais, nos últimos quatro anos. Conforme dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 771 mil famílias receberam o título de propriedade de terras nos últimos 11 anos, 53,5% do total de beneficiados em toda a história da reforma agrária no Brasil.
 
O cenário, que antes era de concentração de terras, dívidas e empobrecimento, começou a mudar em 2003, com o primeiro Plano Safra para a Agricultura Familiar, um conjunto de políticas de crédito, assistência técnica, comercialização, seguro e garantia de preço.
 
Na gestão do PT, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) passou a cumprir, de fato, a missão inscrita em seu nome: o fortalecimento da Agricultura Familiar. O Pronaf já existia, mas os governos do PT e partidos aliados multiplicaram por oito o volume de crédito, passando de R$ 2,2 bilhões em 2002/2003 para R$ 18,6 bilhões em 2012/2013. Nesta safra, o governo federal destinou R$ 21 bilhões para uso dos agricultores familiares.
 
Hoje, o programa está presente em 5,3 mil municípios. Ampliado, o Pronaf também atende mulheres, jovens, pescadores artesanais e extrativistas. Além disso, oferece financiamento para atividades agroflorestais, agroindustriais, cooperativistas e cobra juros abaixo da inflação.
 
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ONU cita bolsa família como exemplo para o IDH

O Relatório para o Desenvolvimento Humano, da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta semana, apresenta os programas Bolsa Família, do Brasil, e Oportunidades, do México, como exemplos de políticas públicas impulsionadoras dos avanços do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
 
Para a ONU, desde 2008, as iniciativas suavizaram os efeitos negativos da crise internacional sobre o poder de compra dos mais pobres e trouxeram melhorias de longo prazo uma vez que as famílias, para receberem o benefício, precisam manter os filhos na escola. De acordo com o estudo, o Bolsa Família contribuiu com 20% a 25% da redução da desigualdade no País em 2008 e 2009, ao custo de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
 
Com IDH de 0,744, o Brasil melhorou uma posição em relação a 2012 no ranking de países, aparecendo agora em 79º lugar entre os 187 países e territórios reconhecidos pela ONU. Os valores e rankings do IDH são calculados com base em dados internacionalmente comparáveis para saúde, educação e renda.
 
Outro ponto destacado é o aumento do salário mínimo que, segundo o relatório, foi uma resposta à crise no Brasil e contribuiu para elevar a remuneração pelo trabalho e a distribuição de renda.
 
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Ações do Governo Federal permitem remédios mais baratos

Mais 174 remédios isentos dos impostos PIS/COFINS já estão chegando com preços menores às farmácias de todo o País. Com esse benefício do Governo Federal, a chamada “lista positiva” já soma mais de mil itens com sistema especial de tributação, o que representa 75,4% dos medicamentos comercializados no Brasil.
 
Atualmente, quase todos os remédios de tarja vermelha e preta estão isentos de PIS/COFINS. Essa medida visa reduzir os gastos da população com medicamentos essenciais, utilizados para o tratamento de doenças como artrite reumatóide, câncer de mama, leucemia, hepatite C, doença de Gaucher e HIV.
 
Nos últimos 12 anos, iniciativas como as desonerações e a distribuição gratuita de remédios para doenças crônicas têm beneficiado a população mais carente, que tinha o orçamento comprometido por causa do preço dos medicamentos.
 
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Números de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresce 68,2%

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que, neste ano, 337,1 mil eleitores que vivem fora do país estão aptos a eleger o presidente da República mesmo não comparecendo a uma zona eleitoral no Brasil.
 
De acordo com o levantamento, o país que terá mais brasileiros votando será os Estados Unidos (108,6 mil eleitores), seguido por Japão (30,6 mil), Portugal (30,4 mil), Itália (20,9 mil) e Alemanha (17,5 mil). Para votar, é preciso ter mais de 18 anos e título de eleitor registrado no exterior. Já aqueles que, mesmo residindo em outro país mantêm seu domicílio eleitoral em município brasileiro, precisam justificar a ausência nas urnas.
 
Para se habilitar a votar no exterior ou regularizar sua situação eleitoral, o cidadão deveria ter comparecido até 7 de maio deste ano à sede da embaixada ou da repartição consular com jurisdição no país em que mora, ou, ainda, a qualquer cartório eleitoral no Brasil.
 
Vale lembrar quem mora no exterior não é obrigado a transferir seu título de eleitor para votar na embaixada de onde vive, pois a transferência é facultativa.
 
Nas eleições de 2010, de acordo com o TSE, 252 locais de votação foram distribuídos por 113 países. Ao todo, 624 seções eleitorais foram instaladas e 200,3 mil eleitores estavam aptos a votar.
 
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