Notícias

Manifesto pela democracia, soberania nacional e direitos do povo brasileiro

Sete partidos políticos lançaram nesta quinta-feira (18), uma frente ampla em defesa das liberdades democráticas, dos direitos políticos e de eleições livres; contra a violência, o ódio e a intolerância; e pela salvaguarda dos direitos sociais, da soberania e do patrimônio nacional. Em ato com a participação de várias forças políticas e sociais, PT, PDT, PSB, PCdoB, PSol, PCB e PCO, juntamente com as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, assinaram na Câmara dos Deputados um manifesto se contrapondo à retirada de direitos promovida pelo governo Temer e à escalada antidemocrática no Brasil.

O manifesto é uma grande convocação à luta e à resistência em favor do Brasil e do povo brasileiro. A ideia é ampliar esse movimento para fazê-lo chegar a todos os cantos do País, agregando mais e mais forças.

 O deputado federal, Rubens Otoni, defende a união dos partidos de esquerda neste momento de fortes ataques à democracia. “O presidente Lula representa a resistência e a luta de um povo que nunca teve seus direitos respeitados, por isso lutamos pela liberdade de Lula” explicou.

Rubens afirma que os adversários do PT, querem impedir Lula de ser candidato. “Querem impedir o povo de escolher, mas a prisão política de Lula resultou na união dos partidos que defendem a democracia e a liberdade”, finaliza.

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), ao classificar a iniciativa como algo histórico e inédito, disse que – para além das divergências partidárias – as forças políticas que se unem nessa frente estão voltadas à defesa da democracia, da soberania nacional e dos direitos do povo brasileiro. “Como partidos políticos que ajudamos a estruturar a esquerda neste País, que historicamente estivemos ao lado dos trabalhadores e que sempre lutamos pelos direitos do povo, temos a obrigação de nos unir para enfrentar essa verdadeira barbaridade que existe hoje no País”, destacou.

 

Vox Populi: Lula ficou mais forte depois da prisão ilegal

Pesquisa do Instituto Vox Populi, realizada entre os dias 11 e 15 de abril, mostra que o ex-presidente Lula, mesmo depois de ter sido preso, mantém a liderança e até ampliou sua vantagem sobre os demais candidatos às eleições de outubro.
 
Segundo a pesquisa, 41% dos brasileiros consideram que Lula foi condenado sem provas, 44% consideram que a prisão de Lula foi injusta e 58% acham que ele tem o direito de ser candidato novamente à presidência da República, mesmo depois da prisão.
 
Na pergunta espontânea sobre intenção de votos para presidente da República, Lula marcou 39% (eram 38% na pesquisa Vox de dezembro de 2016).
 
Nos cenários comparáveis de segundo turno, Lula marca 56% x 12% contra Geraldo Alckmin do PSDB (eram 50% x 14% em dezembro), 54% x 16% contra Marina Silva, da Rede, (eram 52% x 21%) e 54% x 20% contra Joaquim Barbosa, do PSB (eram 52% x 21%).
 
Segundo o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, a pesquisa mostra que aumentou o sentimento de que o ex-presidente é vítima de uma injustiça e de que recebe um tratamento desigual por parte do Judiciário”.
 
A pesquisa constata o aumento da simpatia ao PT e a diminuição da rejeição a Lula. “A prisão de Lula, da forma como ocorreu, parece ter afetado a visão do cidadão comum, de forma a torná-la mais favorável ao ex-presidente”, avalia Coimbra.
 
 

#LulaLivre para vencer o golpe e resgatar a democracia

O dia 17 de abril de 2016 entrará para os livros de história como a data em que a Câmara dos Deputados – à época presidida por um deputado acusado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas – protagonizou uma das cenas mais pavorosas do Parlamento brasileiro. Por quase seis horas, 367 deputados e deputadas – contra outros 137 – golpearam a democracia, em nome de Deus, da família e de um pretenso combate à corrupção.
 
Foi o começo de um golpe que segue seu roteiro até os dias de hoje. Passados dois anos, o emblemático apelo golpista “primeiro a gente tira a Dilma” pode muito bem ser completado com outras frases: “Depois a gente retira direitos do povo, entrega o País ao capital estrangeiro e, finalmente, impede Lula de voltar à Presidência”. Um enredo que parecia perfeito, mas que não contava com a intensa resistência popular contra a retirada de direitos e em nome da democracia.
 
Para quem acompanha esse processo desde o início, sabe que a prisão do ex-presidente, sem provas e sem crime, é mais uma fase do golpe que começou lá atrás – também sem crime de responsabilidade que justificasse o impeachment de Dilma Rousseff. Ainda assim, ela foi exposta a um processo de impedimento por um conluio parlamentar, comandado pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha – símbolo maior da contradição de uma época, já que conduziu uma votação em nome da moralidade e da família, quando ele mesmo – mergulhado em hipocrisia – era acusado de vários crimes. Teve seu mandato cassado menos de cinco meses depois da fatídica sessão e foi preso menos de dois meses após perder o mandato, permanecendo na prisão até o dia de hoje.
 
Na época, teve apoios relevantes. Contou com o estardalhaço midiático dos grandes meios de comunicação, com a turba de manifestantes simbolizada pelo “pato da Fiesp” e com a omissão explícita do Judiciário, que lhe permitiu conspirar livremente contra a democracia, quando já havia contra ele várias provas de crime. Consumado na Câmara, o golpe rumou ao Senado, e em 12 de maio de 2016 um total de 55 senadores e senadoras – contra 22 – aprovou a admissibilidade do processo de impeachment, afastando a presidenta Dilma inicialmente por 180 dias.
 
Naquela data, ela – presidenta legitimamente eleita – não voltou ao Palácio do Planalto. Em 31 de agosto, o mesmo Senado aprovou seu impeachment, não apenas afrontando a soberania popular de 54,5 milhões de votos, mas rasgando a Constituição Cidadã, que condiciona o afastamento de um presidente da República – só e somente só – se restar caracterizado crime de responsabilidade, o que não foi comprovado. O afastamento de Dilma seria apenas o primeiro ato do golpe.
 
 Presidenta honesta sai, acusados de corrupção entram
 
Assim como sentenciou o senador Romero Jucá (MDB) em conversas gravadas, o “grande acordo” vingou, com o “STF, com tudo”. E o traidor-mor Michel Temer, que urdiu o golpe de dentro do próprio Palácio, assumiu o poder, acompanhado de uma turma que rapidamente foi desmascarada. Temer, além de acumular recorde de impopularidade, conseguiu o título de único presidente da história a ser alvo de investigações criminais em pleno mandato.
 
Apesar da gravidade do contexto, toda a turma do “fora Dilma”, do pró-moralidade e do “contra a corrupção” assistiu calada às duas vezes em que a mesma Câmara que tirou Dilma do poder livrou Temer de acusações consistentes, por crimes de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de justiça. Em uma das denúncias, Temer chegou a dividir a acusação de organização criminosa com dois braços-direito: os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (a época da Secretaria-Geral).
 
Os dois protagonizaram só mais um exemplo de escândalo e de denúncias que envolveram membros do alto escalão golpista desde o momento em que assumiram o Planalto. Tanto é verdade que uma semana e meia após ser nomeado para o Planejamento, o ministro Jucá foi o primeiro a cair, justamente por causa da divulgação dos áudios em que ele tramava o célebre acordo para barrar a Lava Jato.
 
Na matemática do golpe, seis meses depois de assumirem o poder, seis ministros já haviam caído, sendo quatro deles por algum tipo de acusação. Fabiano Silveira (Transparência) foi pego em conversa gravada fazendo críticas à operação Lava Jato e dando “dicas” a outros companheiros de golpe a como se comportar em relação à Procuradoria-Geral da República. Caiu uma semana após Jucá.
 
Depois foi a vez de Henrique Eduardo Alves (Turismo), que em delação foi apontado como destinatário de R$ 1,55 milhão em propina maquiada de doações eleitorais durante 2008 e 2014. Caiu em junho daquele ano. Finalmente chegou a vez de Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), outro braço-direito de Temer, que foi acusado de tráfico de influência por outro ministro e acabou saindo do governo em novembro de 2016.
 
Mas, para Geddel, o pior estava por vir. Foi preso oito meses depois, numa operação que investigava desvios da Caixa Econômica Federal. Já em prisão domiciliar, continuou praticando crimes, segundo a Polícia Federal (PF). E em setembro de 2017 voltou à prisão, três dias depois de a polícia encontrar malas lotadas de dinheiro vivo com R$ 51 milhões, nos quais a própria PF disse ter identificado impressões digitais de Geddel.
 
 Golpe foi contra o povo
 
Tão logo assumiu o poder, Temer e sua turma começaram uma cruzada para acabar com direitos e garantias – inclusive, constitucionais – do povo brasileiro e para entregar as riquezas do Brasil ao estrangeiro: Reforma Trabalhista, terceirização indiscriminada, tentativa de aprovar Reforma da Previdência, cortes em programas sociais (Mais Médicos, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Luz para Todos…), redução do salário mínimo, congelamento de investimentos por 20 anos, entrega do pré-sal às multinacionais do petróleo, prioridade às demandas do mercado financeiro, desmonte dos serviços públicos essenciais com o anúncio de várias privatizações.
 
O golpe contra o povo se traduz no aumento da miséria e no retorno do Brasil ao Mapa da Fome, no aumento indiscriminado do trabalho informal, na diminuição de postos formais de trabalho e numa perspectiva cada vez menor de melhora econômica ou social do País. Com o orçamento de todos os investimentos sociais – incluindo saúde e educação – congelados para as próximas duas décadas, o Brasil sob a tutela golpista será arremessado a um mundo de atraso e privações.
 
Portanto, a retirada de Dilma do poder e agora a prisão de Lula foram consumadas não para combater a corrupção, mas para barrar as conquistas sociais e interromper o processo de soberania nacional, que cada vez mais passou a contrariar interesses externos. Passados quase dois anos de golpe, já estamos chegando perto das eleições. E eles imaginavam que tirando a Dilma, iniciando a perseguição aos movimentos sociais, criminalizando nossas lideranças e perseguindo especificamente o Lula iriam chegar às vésperas das eleições com a gente fora do jogo político. E o que está acontecendo? Lula cresce a cada pesquisa.
 

Dois anos depois do golpe, parlamentares realizam Ato Lula Livre, em frente ao STF

Na noite desta terça-feira, 17, o deputado federal Rubens Otoni participou  Ato Lula Livre em frente ao STF, juntamente com parlamentares da Câmara do do Senado, parlamentares da Europa e lideranças dos movimentos sociais para denunciar o golpe e a prisão política de Lula.
 
Durante seu discurso, o deputado afirmou que há dois anos foi o início deste golpe parlamentar, midiático e jurídico, que agora torna o presidente Lula um preso político. "Continuaremos na luta pela democracia e contra o desmonte das políticas públicas", declarou.
 
Rubens acredira que Lula lidera todas as pesquisas de intenção de votos, pois o povo brasileiro quer Lula disputando as eleições. 'O povo está cansado das injustiças e perseguições, Lula representa a autonomia e o fortalecimento da soberania popular" finalizou o deputado. 

Deputado Rubens Otoni leva benefícios para Alexânia

Na manhã de terça-feira, 17, o deputado federal, Rubens Otoni, visitou o prefeito de Alexânia, Dr. Allyson, acompanhando do vereador Professor Dorivaldo, do presidente do PT local, Djalma Valois, e do ex-vereador de Abadiânia, Ailson Arantes.

Otoni tem uma parceria com a cidade e procura atender as necessidades dos moradores, em diversas áreas.Desta vez, através de emenda parlamentar, o município foi contemplado com um ônibus para transporte escolar e recursos pra saúde.

Durante a visita, Rubens reafirmou seu compromisso com Alexânia. "Continuamos nosso compromisso de contribuir sempre com a cidade" afirmou.

Ato Lula Livre, no acampamento em Brasília

Na manhã deste domingo, 15, o deputado federal, Rubens Otoni  participou do Ato Lula Livre, no acampamento em Brasília, junto com companheiros de várias cidades do Entorno e de Brasília.

Durante seu discurso, Rubens afirmou que a perseguição ao presidente Lula é o caminho que os adversários do PT encontraram para tentar derrotar o projeto de fortalecimento da soberania popular defendido por Lula. “Eles queriam uma foto do presidente Lula preso e derrotado, mas o que eles conseguiram foi uma foto de Lula sendo carregado pelo povo”, defendeu Rubens.

Para Rubens, a população se mobiliza por todas as partes do país denunciando a prisão política de Lula e o estado de exceção que estamos vivendo. Segundo ele, o único crime que o presidente Lula cometeu foi estar em primeiro lugar em todas as pesquisas.

Hoje foi divulgada uma pesquisa, do instituto Datafolha, e Lula lidera no primeiro turno e vence no segundo, em todos os cenários. “Eles querem manter Lula preso para impedi-lo de ser candidato à presidência, mas não vão conseguir. A luta do povo brasileiro fará acabar com a injustiça e a perseguição, eleição sem Lula é fraude”, opina Rubens.

O deputado afirmou que aqueles que defendem a democracia estão unidos, nos acampamentos em Curitiba e em Brasília e nas manifestações pelo país inteiro para enfrentar esta injustiça e fazer Lula presidente.

 

23° Encontro Regional do PT, em Anápolis.

A cidade de Anápolis recebeu no sábado, 14, o 23° Encontro Regional do PT. Novos filiados foram apresentados no Encontro, mostrando que o partido está no caminho certo. O deputado federal, Rubens Otoni participou do Encontro, e defendeu a importância da organização do PT para disputar as eleições de 2018.

Para o deputado, o momento atual é de muita luta e resistência contra as injustiças ao presidente Lula, os ataques à Democracia e o desmonte das políticas públicas com retiradas de direitos. “A truculência e o autoritarismo daqui se expressa no mundo com a invasão dos Estados Unidos à Síria. A outra face da mesma moeda” afirmou Rubens, referindo-se ao cenário internacional.

O Encontro contou com a participação de dirigentes e militantes da região e foi coordenado pela presidenta estadual do PT, Kátia Maria, além da participação de Manuela, presidenta do PT de Teresópolis, Ana Fonseca, representando a juventude do PT, Antônio Macário, representando o deputado estadual Luís César Bueno, Fábio Fazzion, representando a deputada estadual Adriana Accorsi, os vereadores de Anápolis, Liseux Borges, Luiz Lacerda e Geli Sanches, o presidente municipal do PT local, Marcos Carvalho. Entre os novos filiados, Tadeu Ribeiro de Pirenópolis, que é pré-candidato ao cargo de deputado estadual.

 

Encontro Regional do PT, na cidade de Goiás

Na tarde deste sábado 14, aconteceu o Encontro Regional do PT, na cidade de Goiás. Fazem parte desta região os municípios Americano do Brasil, Araguapaz, Aruanã, Faina, Itaberaí e Mossâmedes.

Ebér Dias participou do Encontro, representando o mandato popular do deputado federal, Rubens Otoni, onde defendeu a candidatura de Lula e a importância de candidaturas locais, para que os interesses da população sejam representados, tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.

O Encontro foi coordenado pela presidenta estadual do PT, Kátia Maria e contou com a participação do presidente da CUT, Mauro Rubem, da deputada estadual Adriana Accorsi, Olavo Noleto do diretório nacional, do vereador Aderson, do pré-candidato ao cargo de deputado federal Zé do Carmo, militantes e lideranças da região

Ato Somos Milhões de Lulas, em Goiânia.

Ato Somos Milhões de Lulas, em Goiânia.

O PT Goiás realizou o Ato Somos Milhões de Lula, na sede municipal do partido na última sesta-feira, 13. O Ato contou com a participação de dirigentes e militantes de todo o estado. Durante o Ato, foram confirmada mais de 200 filiações. As filiações em massa, nos últimos dias é uma resposta a perseguição política ao Presidente Lula.

O deputado federal Rubens Otoni participou do Ato e em seu discurso, ressaltou que apesar do momento de indignação com as injustiças e perseguições ao presidente Lula, aqueles que defendem a democracia devem ficar orgulhosos, pois a cada dia cresce o apoio ao Movimento Lula Livre. “O povo está cansado desta justiça seletiva, por isso todas as pesquisas de intenção de voto o presidente Lula é o primeiro lugar” afirmou o deputado. Rubens acredita que 2018 é a hora de virar o jogo e acabar com este estado de exceção que estamos vivendo.

 

Já está no ar o site da campanha de arrecadação Lula Livre

A democracia está ameaçada e a maior prova disso é a prisão política do ex-presidente Lula. Em cenário de golpe, em que direitos constitucionais são ignorados pelo próprio Judiciário, resta aos brasileiros lutar, se manter nas ruas e exigir que o Brasil volte a ser um país democrático. Para isso, é muito importante que a campanha Lula Livre continue com suas ações, com o acampamento e com as mobilizações que ajudam a denunciar o que está acontecendo no Brasil.
 
Por isso, o PT, as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos sociais e os mandatos parlamentares convocam a população a contribuir com o a campanha Lula Livre através de uma plataforma única, lançada nesta quarta-feira (11). Acessando aqui você pode contribuir para a vigília que, há cinco dias, representa em Curitiba todos os brasileiros!
 
“Todos os homens e mulheres que estão acampados em frente ao prédio da Polícia Federal em Curitiba em vigília democrática nos representam na luta contra a primeira prisão política desde a redemocratização do Brasil. Agora é a hora de unir forças por Lula e por sua liberdade”, convocou o secretário Nacional de Finanças e Planejamento do PT, Emídio de Souza.
 
É fácil, rápido e contribuindo você ajuda a mudar o rumo dessa história!