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Reitores e parlamentares entregam manifesto na Câmara em defesa das universidades federais

Ex-presidentes da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), reitores de universidades federais, lideranças estudantis e de movimentos ligados à educação realizaram na tarde desta terça-feira (17), na Câmara, um Ato de entrega do manifesto assinado por ex-presidentes da Andifes, em que solicitam a intermediação do parlamento junto ao governo Bolsonaro por mais diálogo entre as universidades federais e o Ministério da Educação. O documento defende que por meio desse diálogo seja superado o bloqueio de recursos que já comprometem o funcionamento das universidades federais.

Acompanhados por dezenas de parlamentares da Oposição, e também de outros partidos, três ex-presidentes da Andifes entregaram o manifesto à primeira Secretária da Mesa Diretora da Casa, deputada Soraya Santos (PL-RJ), que ficou de repassá-lo ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ato público
Antes da entrega do manifesto no plenário da Câmara, foi realizado um ato público em um dos plenários das Comissões para a apresentação do documento. A reunião foi convocada pela Frente Parlamentar Pela Valorização das Universidades Federais.

Para o deputado federal Rubens Otoni (PT-GO), membro da Frente Parlamentar, a situação das universidades é de asfixia financeira, por isso é preciso buscar o diálogo e apoio do parlamento para reverter esta situação. “Defender a educação pública, gratuita e de qualidade não é um assunto que pertence a um campo político, a partidos nem mesmo às universidades, mas a toda sociedade que deseja desenvolvimento social e econômico e a afirmação soberana do Brasil”, ressaltou.

Além de representantes de diversas entidades ligadas à defesa da educação pública, o ato contou ainda com a participação de três ex-presidentes da Andifes: Ângela Paiva (ex-reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN); Newton Lima (ex-deputado federal e ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos/SP-UFSCar) e Paulo Speller (ex-reitor da Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT).

“Nesse manifesto, assinado por todos os ex-presidentes da Andifes e apoiado pelos atuais reitores, defendemos o que não deveria precisar ser defendido. Infelizmente o sucateamento das universidades é uma afronta diária praticada por esse governo. Ainda assim, estamos dispostos ao diálogo, com respeito às diferenças e opiniões distintas, mas trabalhando pela manutenção desse patrimônio brasileiro que são as universidades federais”, afirmou Ângela Paiva.

Em nome das entidades ligadas à defesa da educação pública, o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, disse no ato que os reitores das universidades públicas podem contar com o apoio da entidade. Ele informou que nos dias 2 e 3 de outubro os estudantes voltarão às ruas em defesa da educação pública.

“Querem retirar o financiamento das entidades estudantis para nos enfraquecer porque não querem conviver com o contraditório. Vamos voltar às ruas porque esse é o nosso instrumento de luta para nos contrapormos a esse projeto, e todos juntos vamos conquistar avanços para as nossas universidades federais”, destacou.

Também participaram do Ato público representantes da SBPC, Fasubra, Proifes, Observatório do Conhecimento e Fórum Nacional Popular de Educação.

Confira a íntegra do manifesto:

Manifesto ANDIFES PDF

Onde só os Correios chegam: extremo oeste do Acre

Rio Branco (AC) – Presentes em todos os 5.570 municípios do Brasil, os Correios são os únicos representantes da União em 60% deles. A missão da empresa não é só entregar correspondências e encomendas, mas integrar esses lugares ao resto do país. Também é garantir que todos os brasileiros, independentemente da localização, tenham cidadania e acesso a serviços públicos.

Por suas peculiaridades geográficas, as regiões Norte e Nordeste fogem do padrão logístico que praticamos nas demais regiões do país. Para acessar o ecossistema amazônico é necessário quase uma operação de guerra.

Localizado no extremo oeste do Brasil, o estado do Acre tem a terceira menor população do país. Dos 22 municípios, quatro deles só têm acesso por via fluvial, durante o período de cheia dos rios, ou aérea – através do fretamento de aviões de pequeno porte. Além do serviço postal, os Correios também são o único instrumento público que leva serviços bancários à região.

Nesse universo amazônico, o município de Marechal Thaumaturgo exige uma logística singular dos Correios. Os objetos só chegam por avião de pequeno porte e depois seguem de barco até o outro lado do rio Amônia, onde fica a agência da empresa. São 2h de voo da capaital Rio Branco até o município e mais 1h30 de travessia pelo rio.

As imagens abaixo ilustram a trajetória que uma encomenda vinda de São Paulo percorre até chegar a Marechal Thaumaturgo:

 

“Não quero nem imaginar o que aconteceria se os Correios saíssem do nosso município”
Atilon Pinheiro, funcionário público

O funcionário público, Atilon Pinheiro de Azevedo, reconhece que se não fosse pelos Correios a população de Marechal Thaumaturgo estaria totalmente desassistida. “Temos aqui aposentados que recebem seus benefícios pelo Banco Postal e muita gente utiliza o serviço para o pagamento contas e boletos. Não quero nem imaginar o que aconteceria se os Correios saíssem do nosso município”, preocupa-se.

Rosildo Cassiano Correia, vereador de Porto Walter, município vizinho de Marechal Thaumaturgo, ressalta a qualidade do trabalho da estatal na região. “Você compra um produto em São Paulo numa segunda-feira e na quinta-feira da mesma semana já recebe em casa. É maravilhoso o serviço desempenhado pelos Correios”, elogia.

Prefeito da segunda maior cidade do Acre, Vagner José Sales, lembra que há 50 anos os Correios já atuava na região de Marechal Thaumaturgo. “Os barcos subiam e o meu pai ficava aguardando uma cartinha que vinha pelos Correios de barco”, rememora.

O trabalho da estatal também faz diferença nas atividades da administração pública do município. “Como funcionário, vejo a facilidade que a prefeitura tem em receber e enviar documentos através dos Correios. Assim, podemos cumprir nossas demandas em tempo hábil, mesmo com nossos problemas de acessibilidade”, destaca João Paulo Santos da Cunha.

Fonte: Blog dos Correios 

Lançamento da Década das Nações Unidas da Agricultura Familiar, no Brasil

Instituída pela ONU, a Década da Agricultura Familiar 2019-2028 foi lançada no Brasil hoje (11), pela da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar na Câmara dos Deputados. O evento, que ocorreu no Plenário Ulysses Guimarães, reuniu especialistas e representantes das principais entidades do país para falar sobre os desafios do setor. Ao mesmo tempo, do lado de fora do plenário, no Salão Verde, está sendo realizada exposição com painéis e mesa de produtos da agricultura familiar: pães, cucas, geleias, salames, queijos, sucos, verduras, frutas e artesanato.

Lançada mundialmente em Roma no mês de maio, e na América Latina em agosto, na República Dominicana, a Década tem o objetivo de valorizar a agricultura familiar em todos os países e impulsionar o desenvolvimento sustentável, desafiando os governos a colocá-la no centro das políticas de segurança alimentar. Até o final de 2019 serão promovidos eventos de divulgação nos 26 estados brasileiros e Distrito Federal e no maior número possível de municípios.

O deputado federal por Goiás, Rubens Otoni (PT), que faz parte da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, afirma que esta iniciativa das Nações Unidas propõe repensar os modos de vida. “Atualmente 25% da população do planeta sofre com problemas decorrentes da obesidade, outros 11% – ou 821 milhões de pessoas – passam fome. A agricultura familiar pode mudar essa realidade, fornecendo na própria localidade alimentos frescos e nutritivos, produzidos de forma sustentável, preservando o meio ambiente”, explica Otoni.

O parlamentar é autor de diversos projetos de leis que buscam incentivar e valorizar a agricultura familiar e defende que nenhum setor estratégico prospera sem o apoio dos governos e da sociedade. “Por isso a ONU entende que se todos os países trabalharem juntos nos próximos dez anos é possível construir um plano global para fortalecer a agricultura familiar, permitindo que os jovens permaneçam no campo” afirma. Entre os desafios a serem vencidos estão as disputas comerciais, as barreiras impostas pelas nações mais ricas, as grandes corporações que impõem seu modelo de produção e a necessidade e políticas públicas de apoio ao setor, entre outros.

Comissão aprova proposta de deputado goiano que amplia incentivos para a agricultura orgânica

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (4) projeto que amplia os incentivos para os produtores rurais que adotam o sistema orgânico de produção e outras práticas de preservação ambiental.

Entre os incentivos previstos no Projeto de Lei 1123/19, do deputado Rubens Otoni (PT-GO), estão prioridade nas compras governamentais, adoção de medidas fiscais e tributárias diferenciadas, política específica de preços mínimos e utilização de subvenções econômicas.

“O Brasil é rico em recursos naturais e temos condições de garantir alimentos e qualidade de vida para toda população”, defende Otoni. Para o deputado, ampliar os incentivos aos produtores contribui para o desenvolvimento da produção de alimentos orgânicos, além de prestigiar a vida no campo, elevar os ganhos e assegurar a dignidade na vida dos agricultores.

Custo maior
Atualmente, a Lei Agrícola (8.171/91) já estabelece mecanismos para os produtores da agricultura orgânica. A avaliação do autor do projeto, no entanto, é que eles tiveram pouco impacto sobre o principal obstáculo da atividade, que é o custo maior de produção em relação à agricultura tradicional.

O objetivo da matéria é estimular a produção e comercialização de produtos orgânicos que além de mais saudáveis, preserva o meio ambiente. O alto custo de produção em comparação ao sistema convencional, que faz uso de defensivos agrícolas e adubos químicos, inviabiliza a comercialização em preços competitivos. Por esse motivo, os incentivos governamentais precisam ser atrativos.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Projeto de lei para proibir o fornecimento de sacolas plásticas

Tramita na Câmara dos deputados o Projeto de lei 315/2019 de autoria do deputado federal Rubens Otoni (PT-GO), que proíbe aos estabelecimentos comerciais o fornecimento de sacolas plásticas aos clientes para o acondicionamento de produtos vendidos.

O deputado destaca que a utilização de alternativas como sacola de pano, carrinho entre outros já têm tomado espaço em vários países do mundo. “Trata-se de matéria que atualiza e insere o Brasil no rol de países que através da proibição da utilização da sacola plástica trabalham em defesa do meio ambiente e no desenvolvimento de um estilo de vida ambientalmente e socialmente justo e sustentável” explica.

A utilização de sacolas práticas para o acondicionamento de produtos adquiridos é prática comum e decorre da praticidade e comodidade. Porém o plástico das sacolas distribuídas no comércio carrega dois graves defeitos: deriva da cadeia química e apresenta decomposição muito lenta demorando centenas de anos para se decompor totalmente.

As “sacolinhas de supermercados” têm sido vilãs dos sistemas de drenagem urbana dos municípios, implicando em seu entupimento derivado do acúmulo deste tipo de material. O uso e difusão em larga escala das sacolas plásticas são grandes dificultadores do manejo de resíduos sólidos.

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Nota de Pesar – Bancada do PT lamenta morte de Paulo Henrique Amorim

A Bancada do PT na Câmara manifesta profundo pesar pela morte do jornalista Paulo Henrique Amorim, ocorrida nesta quarta-feira (10). A sua trajetória profissional o coloca como referência obrigatória no jornalismo democrático, crítico e ligado às causas nacionais e populares.  Foi, e será, exemplo para os que lutam pela construção de um Brasil desenvolvido, justo, soberano e solidário.

Sua morte enfraquece o jornalismo brasileiro, sobretudo num momento em que a sociedade necessita de vozes combativas para defender a democracia e enfrentar os inúmeros retrocessos em curso no País.

Uma perda irreparável para o jornalismo e as forças democráticas e progressistas do Brasil.

Neste momento de dor, a Bancada do PT manifesta à família, aos amigos e aos colegas de trabalho de Paulo Henrique os mais sinceros sentimentos de pesar.

Descanse em paz, guerreiro!

Brasília, 10 de julho de 2019

“Precisamos de ações concretas, mas o governo fica com ‘propostinha’ de mudar tomada” – Otoni na rádio Sucesso

O deputado federal Rubens Otoni (PT-GO) participou na manhã desta segunda-feira (17), do Jornal da Sucesso da rádio Sucesso FM de Goiânia para falar sobre os últimos acontecimentos na política nacional e estadual. Entre os assuntos debatidos o deputado comentou sobre as denúncias do Intercept envolvendo o ministro Sérgio Moro e o procurador do Ministério Público, Deltan Dallagnol.

Rubens afirmou que é importante que a imprensa faça seu trabalho de investigação e denúncia e que as mensagens divulgadas pelo Intercept mostra o “sub-mundo da lava-jato”, para que a população possa entender melhor o que aconteceu nos últimos anos no Brasil. “Em nome de combater a corrupção, quantas empresas quebraram no nosso país jogando milhares de brasileiros no desemprego, isso é uma irresponsabilidade”, criticou.

O parlamentar defendeu que o país precisa de reformas estruturais, e que ao contrário do que o governo federal defende a reforma da previdência não vai resolver os problemas da economia. “Precisamos de ações concretas, mas o governo fica com ‘propostinhas’ de mudar tomada”.

Otoni defendeu que independente caminho que um governante escolha, a democracia precisa ser preservada. “A tentativa de romper com a democracia é que jogou o país na situação que está”, explicou.  Sobre as eleições municipais, Otoni afirmou que o Partido dos Trabalhadores está muito bem organizando em todo o Estado e se preparando para disputar as eleições municipais.

Confira a entrevista na íntegra:

 

 

QUEREMOS UMA PREVIDÊNCIA JUSTA E SUSTENTÁVEL

No debate da Reforma da Previdência com frequência ouvimos falar:

“O PT só sabe ser contra.”

“Onde está a proposta de vocês?”

Por isso é importante esclarecer:

  1. Defendo uma Reforma da Previdência que venha para dar sustentabilidade à Seguridade Social.
  2. Sou a favor de ajustes na Previdência que garantam amanhã o pagamento dos benefícios garantidos na constituição.
  3. Sou contrário à proposta apresentada pelo governo não por ser de oposição mas pelo seu conteúdo. Ela retira direitos e dificulta o acesso aos benefícios.
  4. Sou a favor de acabar com privilégios, começando por nós políticos, passando pelo Judiciário e chegando às Forças Armadas. Já desafiamos o governo a listar esses privilégios para que possamos votá-los um a um.
  5. Sou contra dificultar a aposentadoria do trabalhador rural , da professora que pela proposta da PEC 06 terá que trabalhar 40 anos na sala de aula para ter o direito à aposentadoria com salário integral.
  6. Sou a favor de manter os direitos do BPC e também da pensão e aposentadoria da viúva.
  7. E se alguém ainda tiver dúvida sobre a nossa posição, leia a proposta completa do governo aqui abaixo.

    PEC-6-2019

  8. Leia agora com atenção a nossa proposta para a Reforma, apresentada em forma de emendas ao texto original.

    Emendas na Comissão Especial da Reforma da Previdência – PT

  9. Leia, compare e reflita sobre as propostas distintas.
  10. E quando alguém tentar desqualificar o debate dizendo que somos do contra e não temos proposta, faça com tranquilidade o devido esclarecimento.

Povo sai às ruas em todo o país pela educação e rumo à greve geral

O segundo ato do #tsunamidaeducação levou o povo brasileiro às ruas contra a reforma da Previdência e contra os cortes de verbas na educação, feitos  pelo governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL).

Milhares de pessoas se reuniram na Praça Universitária, em Goiânia, na tarde desta quinta-feira (30) em manifestação contra o bloqueio de 30% da verba de custeio e investimento de universidades e institutos federais do País. O grupo saiu em passeata rumo à Praça Cívica por volta das 17h15. O trajeto é o mesmo do ato do último dia 15, que tinha a mesma pauta.

Estudantes fizeram uma intervenção artística utilizando um grande pano branco que cobria várias pessoas ao mesmo tempo. Também foram usados sinalizadores vermelhos que coloriram a passeata.
A palavra de ordem mais ouvida é “não vai ter corte, vai ter luta”. Os gritos de protesto foram embalados por uma banda de percussão e dois carros de som. O movimento foi marcado por entidades estudantis e sindicais.

O #30M em Goiás começou nesta quinta-feira (30) com passeatas em Catalão, Ceres e Posse; concentração em Rio Verde e roda de conversa na cidade de Goiás e aula na rua em Posse.

Em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, estudantes e professores do campus do Instituto Federal de Goiás (IFG) se reuniram em frente à igreja Matriz por volta do meio-dia.

Já em Anápolis, a 55 km de Goiânia, o ato foi realizado pela manhã e durou cerca de uma hora. Alunos e professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) fizeram uma passeata por algumas ruas do centro da cidade.

Outra cidade onde ocorreram atos foi Rio Verde, no sudoeste do estado. Alunos do IFGoiano se reuniram com faixas em frente à instituição.

São Paulo
Em São Paulo, uma multidão de mais de 200 mil pessoas, se reuniu no fim da tarde, no Largo da Batata, na zona oeste da cidade contra a reforma da Previdência, contra os cortes na educação e em apoio à greve geral marcada para o próximo 14 de junho. O ato teve apoio da CUT e de diversas centrais sindicais, além do sindicato dos professores de São Paulo, saúde, entre outros.

Durante o ato no Largo da Batata, na cidade de São Paulo, o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, falou sobre a construção das mobilizações em todos os estados brasileiros.

“A unidade nas ações de trabalhadores, estudantes e daqueles que defendem uma educação pública e de qualidade demonstra a importância da nossa luta. As nossas reivindicações por direito e contra cortes orçamentários são mais do que didáticas e provam mais uma vez ao presidente Bolsonaro que aqui não há idiotas úteis e nem massa de manobra. Aqui tem luta e sabedoria popular para barrar todos os retrocessos impostos por este governo de extrema direita e contrário ao povo”.

Com cânticos como “Não vai ter arrego, se tirar da educação, vamos tirar o seu sossego”, os manifestantes disseram não às reformas que Jair Bolsonaro (PSL) quer fazer, retirando direitos dos trabalhadores, das trabalhadoras e dos estudantes. No início da noite, os manifestantes saíram em passeata até a Paulista.

Interior de São Paulo

Na cidade de Campinas, o ato contra os cortes na educação e a reforma da Previdência reuniu centenas de pessoas no Largo do Rosário.

 

 

Em Bauru, o povo mostrou que a educação resiste. #30M #30MpelaEducacao #NovaPrevidenciaNao #EsquentaGreveGera

 

 

Em Sorocaba, os estudantes gritaram que “Balbúrdia é seu ‘desgoverno’”, “Quem não se informa, aceita qualquer reforma!”

Bolsonaro! #30MpelaEducacao #BrasilPelaEducacao

 

Em Boituva, o recado dos estudantes do Instituto Federal foi curto e direto, Bolsonaro e Ministro: tira a mão do meu IF!

 

Em Jundiaí, a manifestação em defesa da educação foi na Praça da Matriz

Em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, foi organizada uma aula pública para esclarecer e dialogar com a população sobre o corte de verbas na Educação e a Reforma da Previdência. #30M #30MpelaEducacao #NovaPrevidenciaNao #EsquentaGreveGeral

 

Em Araraquara, o povo foi às ruas e mostrou que vai ter luta pela educação e aposentadoria sim!

#30M #30MpelaEducacao #NovaPrevidenciaNao #EsquentaGreveGeral

Em São José do Rio Preto, trabalhadores e estudantes realizaram um ato em frente à Câmara Municipal da cidade. #30M #30MpelaEducacao #NovaPrevidenciaNao #EsquentaGreveGeral

 

Em Pindamonhangaba também ocorreram manifestações contra os cortes na educação. Um grupo com estudantes, professores, militantes políticos e sindicalistas se reuniu na praça Monsenhor Marcondes, no centro da cidade, onde ocorreram discursos, oficinas de cartazes, coleta de assinaturas contra a Reforma da Previdência e, ao final da tarde, houve uma passeata até a praça do Cruzeiro. #30M #30MpelaEducacao #NovaPrevidenciaNao #EsquentaGreveGeral

Alagoas

Na capital de Alagoas, Maceió, os estudantes e a população em geral se reuniram na Praça do Centenário, bairro do Farol, no segundo ato contra os cortes na educação, contra a reforma da Previdência e rumo à greve geral, dia 14 de junho. É o  #Tsunami30M Prepara o guarda-chuva, Ministro!

Amapá

Em Macapá, o ato em defesa da educação pública e de qualidade  fi realizado na Praça da Bandeira , no centro da capital amapaense. Os estudantes, professores, trabalhadores e famílias com crianças saíram em defesa também da Previdência pública. Nos cartazes dos alunos, eles criticam Jair Bolsonaro, e suas medidas contrárias à educação.

Bahia – Salvador

Em Macapá, o ato em defesa da educação pública e de qualidade  fi realizado na Praça da Bandeira , no centro da capital amapaense. Os estudantes, professores, trabalhadores e famílias com crianças saíram em defesa também da Previdência pública. Nos cartazes dos alunos, eles criticam Jair Bolsonaro, e suas medidas contrárias à educação.

Bahia – Salvador

Neste dia 30 de maio, a CUT Bahia, trabalhadores e estudantes ocuparam as ruas da capital e do interior unidos por ois ideais: defesa da educação e para dizer não a reforma da Previdência.

Mais de 20 mil pessoas no bairro Campo Grande, outras milhares nas praças e largos nas demais cidades do Estado atenderam ao chamado no Segundo Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Educação e contra Reforma da Previdência. Com cartazes, falas, faixas ou a tradicional camisa vermelha e o boné da CUT avançaram chamando a atenção que o direito a educação pública de qualidade e de se aposentar estão sob ataque é que a população não vai ficar assistindo a mais essa tentativa de desmonte.

Bahia, interior

Em Irecê, na Bahia também teve ato em defesa da educação pública, contra a reforma da Previdência e rumo à greve geral, no dia 14 de junho.

Ceará

Fortaleza

 

Milhares de pessoas se reuniram na Praça da Gentilândia, no bairro Benfcia, em Fortaleza, onde pediram  #ForaBolsonaro, no ato da Greve Nacional da Educação. No ato, os estudantes cantavam :  ♪ Tire a Tesoura da mão e investe em Educação♪ #TaChovendoProtesto #30MPelaEducacao #BrasilPelaEducacao #RumoÀGreveGeral

Os estudantes de Barbalha, também no Ceará, não se furtaram a ir às ruas contra os cortes na educação e contra a reforma da Previdência, neste 30 de maio. É o #tsunamidaeducação. #MarchaFetamce #EmDefesaDaEducação #ContraDestruiçãodaPrevidência

Maranhão, São Luís

Milhares de pessoas participaram do Ato em Defesa da Educação, contra a reforma da Previdência e em apoio a greve geral do dia 14 de junho, na Praça Deodoro, em São Luís, capital do Maranhão. A manifestação teve o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência (SINTSPREV/MA), entre outras entidades.

Mato Grosso

 

 

Na capital, Cuiabá, mais de 5 mil estudantes e trabalhadores foram às ruas da capital matogrossense. A concentração foi na Praça da República e, seguida de caminhada pelas ruas centrais da cidade.

Minas Gerais – Belo Horizonte

Milhares de pessoas se reuniram na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte para disser a Jair Bolsonaro que a população é contra os cortes na educação, contra a reforma da Previdência e que vão juntas rumo à greve geral no dia 14 de junho.

Em Diamantina, Minas Gerais, os estudantes também saíram às ruas contra os cortes no orçamento da educação que o governo Bolsonaro quer impor. Os manifestantes cantaram sob o som de “ estudante quer educação”.

Pará – Belém

 

A concentração do ato #30M foi na Praça da República, no bairro Campina. Milhares de estudantes, com apoio da população, se posicionaram contra os cortes na Educação e contra a reforma da Previdência. Depois os manifestantes saíram em caminhada até São Brás.

Paraíba

 

Na capital da Paraíba, João Pessoa, os estudantes também se manifestaram contra os atos de Jair Bolsonaro. A concentração foi no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Paraná

Em Curitiba, onde o presidente Lula, vem sendo mantido como preso político, desde o dia 7 de abril de 2018, os paranaenses fizeram o ato na Praça Santos Andrade, no centro.

Pernambuco

 

Na capital pernambucana, Recife, os estudantes, professores, servidores da Educação, além de representantes de sindicatos cutistas, se concentraram na rua Aurora, no bairro Santo Amaro, e saíram em passeata contra os cortes na educação promovidos pelo governo Bolsonaro.

É Recife firme e forte, em defesa da escola pública.

Também na cidade Jaboatão, Pernambuco, a população saiu às ruas, em defesa da educação pública e contra a reforma da Previdência.

Rio de Janeiro – Rio

 

No Rio de Janeiro, em frente à Assembleia Legislativa do Estado houve um aula pública e uma intervenção teatral. Depois os estudantes saíram em passeata até a Candelária, onde o ato reuniu milhares de pessoas, contra os cortes de Bolsonaro na educação.

Nos cânticos frases como “ Minha balbúrdia, é estudar, tô lutando pra me formar” e UERJ resiste, entre outras.

Rio Grande do Norte

Em Assu, na região oeste do estado do Rio Grande do Norte, os trabalhadores se uniram ao ato dos estudantes contra os cortes na educação,  a reforma da Previdência e em apoio a greve geral do dia 14 de junho.

Em Mossoró (RN), os estudantes também participaram do ato em defesa da educação

Sergipe – Aracaju

Mais de 30 mil pessoas saíram ás ruas de Aracaju contra a política de cortes e desmonte da educação pública feita pelo governo de Jair Bolsonaro. A concentração foi na Praça General Valadão, região central.  Os manifestantes caminhada saíram em caminhada pela Avenida Hermes Fontes, uma das mais importantes da cidade. O ponto final é o terminal de integração do DIA – Distrito Industrial de Aracaju, onde circula grande parte das linhas urbanas de transporte público

Início da concentração

 No exterior

Inglaterra – Londres

 

Estudantes e professores brasileiros protestam contra os 30% de corte na Educação aqui no Brasil. Os ativistas fazem parte do movimento Academics for freedom Brazil.

Em Genebra – Suíça

 

Manifestantes em tom de ironia fizeram o ‘Piquinipe da Balbúrdia”.

Veja aqui – https://www.cut.org.br/noticias/segundo-tsunami-da-educacao-toma-as-ruas-do-brasil-confira-o-balanco-da-manha-3b0d  como foram os atos do Tsunami pela educação, no período da manhã

Do site da Cut

Rubens Otoni participa de audiência pública para discutir o impacto do corte orçamentário nas Universidades e Institutos Federais

O deputado federal Rubens Otoni participou de uma audiência pública para discutir o impacto do corte orçamentário nas Universidades e Institutos Federais, na Assembleia Legislativa de Goiás, na manhã de hoje (28). O evento foi presidido pelo deputado Antônio Gomide (PT) e a mesa dos trabalhos foi composta pelo deputado federal Rubens Otoni (PT), o reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira, o reitor do Instituto Federal de Goiás (IFG), Jerônimo Rodrigues da Silva, o reitor do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), Vicente Pereira de Almeida, os deputados Lêda Borges (PSDB), Coronel Adailton (PP) e Helio de Sousa (PSDB).

O reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira, agradeceu o apoio dos parlamentares pela disposição de debater a importância da valorização das universidades federais. ‘‘Os representantes do povo goiano estarem com a gente nessa causa é muito importante. A nossa luta, também, é de reconhecimento da sociedade. Muitas vezes somos desqualificados, diminuem a nossa luta, mas nós não vamos conseguir chegar até o meio do ano com esse contingenciamento”, destacou.

Edward afirmou que em nenhum momento da história a comunidade acadêmica teve tanto entendimento da atual situação do ensino no Brasil e salientou que todos estão unidos para tentar reverter o quadro. ‘‘É uma redução de 30% dos nossos recursos, que já são insuficientes para arcar com as despesas de modo geral. Algumas Universidades vão suportar a situação até o início de outubro, mas a maioria vai encerrar o semestre agora em julho.”

O reitor destacou que mesmo com a restrição que vem acontecendo desde 2015, a UFG terminou 2018 com a ampliação dos programas de graduação, que, de acordo com ele, “foi executado contra tudo e contra todos”.

Já o reitor do Instituto Federal de Goiás (IFG), Gerônimo Rodrigues, apresentou números dos Institutos Federais, tanto em alcance nacional quando do Estado de Goiás.

O reitor começou falando sobre os cortes na Educação. “Essa ação inicial trata desse assunto, que alguns entendem como contingenciamento e outros como corte, mas independentemente do nome, ela está prejudicando nossas instituições de ensino”, afirmou.

Em seguida, ele apresentou números de expansão dos IFs ao longo dos anos. Em nível federal, desde 2016, existem 644 unidades, nove Polos de Inovação, 526 programas de pós-graduação e 1 milhão de matriculas. “Esses números poderiam ser melhores, mas por questões orçamentárias, isso não é possível. Para o atendimento das necessidades, o valor é maior que o que é ofertado, e a partir de 2015, as linhas começam a se distanciar com déficits bastante significativos. Vários campus ainda precisam de investimento para melhor atender a comunidade estudantil e melhorar o número de alunos”, frisou.

Em Goiás

O Instituto Federal em Goiás tem 14 campus, a maioria em regiões metropolitanas e Entorno de Brasília, contando com 227 cursos. “Saímos de mais de 200 milhões de reais de investimento para apenas 2 milhões de reais e, neste ano, apenas foram liberados 10% desse valor, o que nos deixa sem ter condições de gerir os Institutos. No ministério o discurso é fazer ajustes, entretanto, todos os ajustes que podiam ser feitos já foram feitos. Então, quando falamos que os Institutos podem ser fechados, isso é verídico. Com o contingenciamento, não conseguimos cobrir nem os contratos de limpeza”.

O reitor também frisou que não há necessidade de o Ministério da Educação buscar fora do país modelos de instituições de ensino tecnológico, porque os Institutos Federais são apropriados para o Brasil. “O modelo dos IFs é um modelo próprio para o país, que atende o interior. Nós precisamos que os parlamentares e a população estejam conosco”, disse.

Após ele, o reitor do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), Vicente Pereira de Almeida, afirmou que mesmo com as dificuldades diárias e com o contingenciamento, as aulas não foram interrompidas e as atividades estão ocorrendo normalmente.

Vicente Almeida apresentou uma série de dados e números que, segundo ele, mostra a evolução e importância do IF para a sociedade. ‘‘O IF ajuda milhares de alunos há anos. Nós estamos com vários prédios em construção. Pode ser que a gente não consiga terminar as obras com esse corte. Precisamos desse recurso e quero pedir à comunidade que ajude nossa intuição, que sempre teve muita qualidade e é de todos vocês.”

O deputado federal Rubens Otoni (PT-GO) elogiou a iniciativa e a disposição dos reitores em apresentarem as informações sobre o papel social das universidades com a explanação dos números dessas instituições.

“Essa iniciativa é importante para que as pessoas entendam o papel social que as universidades cumprem e porque as defendemos. Estou aqui mostrando meu apoio nessa luta de garantir uma educação pública gratuita, de qualidade e inclusiva, que contribua para diminuir a desigualdade social no país”, afirmou.