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Agricultura familiar e reforma agrária ajudaram a erradicar a fome no Brasil

Pela primeira vez na história, o Brasil não aparece no Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Hoje, o País tem 1,7% da população (3,4 milhões de pessoas) em situação de insegurança alimentar. O índice abaixo dos 5%, segundo a FAO, aponta o fim da fome estrutural.
 
Para Rubens Otoni, os programas de transferência de renda e as políticas voltadas à diminuição da desigualdade social foram fundamentais para esse avanço, tornando o Brasil em exemplo mundial no combate à fome. Ele também aponta que esse resultado é fruto de políticas públicas voltadas à agricultura familiar e à reforma agrária, com o estímulo à produção de alimentos.
 
“O Brasil se tornou referência mundial no combate à fome, graças à distribuição de renda, com o avanço do salário mínimo e dos empregos formais. Além disso, destaco o aumento na produção de alimentos voltada ao mercado interno e políticas públicas, como a merenda escolar e os investimentos federais na agricultura familiar”, afirma Rubens. O petista lembra que cerca de 70% dos principais alimentos da mesa do brasileiro, como feijão e arroz, são produzidos por pequenos agricultores. 
 
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